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30 setembro, 2010


The New York Times
Casamento
(Jupiterimages)
Dois fatores contribuem para a diminuição dos casamentos entre adultos de 25 a 34 anos, disse Andrew Cherlin, sociólogo da Universidade Johns Hopkins: menos casamentos formais e mais uniões informais, hoje muito mais aceitas socialmente, inclusive com filhos
Os Estados Unidos ultrapassaram um importante limiar conjugal em 2009. O número de jovens adultos que nunca se casaram superou, pela primeira vez em mais de um século, o de casados. 

O declínio no número de casamentos já vinha há longo prazo, mas se acelerou durante o período de recessão, de acordo com novos dados do censo americano. Atualmente, há mais casais adiando o casamento ou até simplesmente optando por viver juntos sem oficializar a relação.

"As pessoas não têm certeza sobre estabilidade no emprego e muitas estão desempregadas", disse Mark Mather, do Population Reference Bureau, um grupo privado de pesquisa que analisou os dados do censo. "Casar é obviamente um grande passo e, se você não está confortável sobre seu futuro, faz sentido adiar uma decisão importante como essa."

Will McElroy, 26 anos, de Atlanta, namora Ann há três anos. O casal discutiu o casamento, mas ele perdeu o emprego de programador de computadores este ano e agora está mais focado na busca de trabalho do que em planejar o futuro.

"Sim, definitivamente é preciso dinheiro para casar", disse ele. "Ser casado significa comprar uma casa e ter filhos, certo?" Yara Holt, que organiza casamentos em Saint Louis, disse que um casal havia acabado de cancelar a cerimônia para 230 convidados. "Eles simplesmente decidiram que não iriam gastar dinheiro agora", disse. 

Entre a população total de 18 anos ou mais, a proporção de homens e mulheres casados caiu de 57% em 2000 para 52% em 2009 – o menor porcentual desde que o governo começou a coletar dados, há mais de 100 anos. A porcentagem de mulheres adultas casadas caiu abaixo da metade, para 49,9%.

Dois fatores contribuem para a diminuição dos casamentos entre adultos de 25 a 34 anos, disse Andrew Cherlin, sociólogo da Universidade Johns Hopkins: menos casamentos formais e mais uniões informais, hoje muito mais aceitas socialmente, inclusive com filhos. 

"É um erro pensar que todas as pessoas não casadas estão solteiras", disse Cherlin. "Muitos vivem com seus parceiros." Isso é especialmente verdadeiro, disse, entre os que não têm títulos universitários, que costumam esperar até que tenham segurança econômica para se casar. 

Joel Greiner, diretor de aconselhamento da Jornada, uma igreja de Saint Louis, disse que cerca de um terço dos casais em sua congregação vivem juntos antes do casamento. Para ele, falar de economia pode dissimular a questão principal. "Tem mais a ver com medo da intimidade e do casamento em si", disse. 

Segundo os dados federais, a proporção de jovens adultos que nunca se casaram aumentou de 35% no começo da década para 46% em 2009. 

O levantamento mostra, ainda, que tem havido grandes diferenças raciais nas taxas de casamento, com os negros muito menos propensos a se casar do que os brancos. Essa diferença, contudo, vem diminuindo à medida que as uniões informais se tornam mais populares entre os brancos, disse Cherlin. E muitos jovens adulto, segundo ele, estão adiando o casamento, sem renunciar a ele. 

McElroy, em Atlanta, disse que iria começar a pensar em casamento assim que encontrar um emprego e a economia se recuperar. "Não é muito romântico, é?", disse, com uma risada. 

Fonte: Veja on line

05 março, 2010



Em 2010 a Lacta, marca da Kraft Foods Brasil, traz o maior número de inovações de sua história e apresenta dezesseis novos ovos de chocolate para a Páscoa. Para começar, imagine um bombom Sonho de Valsa “gigante”, de 400g. A linha Sonho de Valsa inovou e criou um ovo no formato do bombom mais vendido do país (ovo com casca dupla onde estão sobrepostos o chocolate ao leite e uma camada interna de recheio do bombom Sonho de Valsa). Além disso, apresenta o ovo Sonho de Valsa 3 Sabores (nº 20 com 350g), que combina três deliciosos sabores: chocolate ao Leite, avelã e creme branco (ovo de chocolate ao leite com dupla casca: metade com camada interna de recheio sabor creme branco e metade sabor avelã).


Após o sucesso do ovo Bis ao leite Formato Bis, lançado em 2009, a Lacta também lança este ano o ovo Bis Formato Bis Laka (de chocolate branco), crocante e irresistível, ideal para os apaixonados por chocolate branco Laka. (euzinha!!)

Famoso por seu chocolate com cristais crocantes, o ovo Diamante Negro já pode ser encontrado em um tamanho maior do que no passado (nº 23, com 750 g), ideal para ser compartilhado com a família toda ou entre os amigos, esse ovo ainda tem uma embalagem diferenciada. Seguindo o sucesso de seus chocolates em tablete, a marca lança o ovo Lacta Dark & Soft (300 g), uma perfeita combinação do delicioso chocolate amargo com a cremosidade característica da marca Lacta.

Inspirado no clássico sorvete de chocolate Chicabon e desenvolvido em parceria com a Kibon/Unilever, o ovo Lacta Chicabon (nº 15 200g) traz a combinação do delicioso sabor do sorvete Chicabon com a cremosidade do chocolate Lacta. A iniciativa é inédita no Brasil, por se tratar de uma marca de chocolates que transformou um dos sorvetes mais tradicionais em ovo de Páscoa.Trazendo muita sofisticação, o novo Lacta Delice (nº 20 495g) é um ovo tripla camada que contém recheio trufado com pedaços de avelã em uma embalagem diferenciada, perfeita para presentear com elegância e bom gosto.

Na linha infantil as novidades foram inspiradas no mundo dos desenhos e nas telas de cinema. O ovo Lacta A Era do Gelo 3 (Nº 15 170g) é o primeiro ovo branco na linha infantil da Lacta. Além do delicioso chocolate branco, ele ainda traz o efeito “gela boka”, que oferece uma sensação de refrescância ao consumidor. O ovo com a licença de um dos filmes mais assistidos em 2009, traz o esquilo Scrat, protagonista da trilogia, em um brinquedo movido a corda.

Outras novidades são as duas opções de ovos do super-herói Spiderman (Homem-aranha). Feitos de chocolate ao leite, no Nº 15 170g, vem com uma luva exclusiva que espirra água simulando um jato de teia e, no tamanho nº 12 120g, há uma caneca com a máscara do personagem com abas em formato de teia. Outra deliciosa opção é o ovo Lacta Hot Wheels (Nº 20 250g), que traz um conjunto de minipista em looping e um carrinho da famosa marca infantil. A novidade para as adolescentes fica por conta do ovo Lacta Capricho (Nº 15 170g), também de chocolate ao leite, que traz um lindo relógio digital no seu interior.

E como tem novidades que não acabam mais, a Lacta transformou Ben 10 em uma linha de ovos com 3 itens, o Ovo Ben 10 (Nº 15 170g) com miniatura do super-herói, o ovo Ben 10 – “4 Braços” (Nº 15 170g) e o Ovo Bem 10 – “XLR8”. Feitos de chocolate ao leite, são outras opções com miniaturas dos personagens do desenho animado. Para as garotas o sucesso é garantido com os ovos da Barbie e Hello Kitty. Barbie vem em duas opções de tamanho e brinquedos diferentes, o primeiro deles (Nº 15 170g) com uma boneca miniatura no modelo Mosqueteira e o outro (Nº 12 120g) vem com uma Caneca pink da personagem. A gatinha mais adorada da Páscoa chega a 2010 com três opções de ovos de chocolate ao leite, pelúcias da boneca vestida de coelhinha ou sapinha (ambos os ovos Nº 20 250g)
ou ainda uma boneca de corda que “brinca” de bambolê (Nº 15 170g).

Para agradar a todos e proporcionar muita diversão com a família, o Ovo Trakinas, agora em novo tamanho e gramatura (Nº 12 120g), traz os jogos Imagem & Ação e Rouba Monte. Os jogos são brincadeiras conhecidas de muitas gerações e trarão diversão garantida nessa Páscoa.

Fonte:Tendências e Mercado

03 março, 2010

A mulher de 40 
Tome a mesma mulher aos 20 e aos 40 anos.

No segundo momento ela será umas sete ou oito vezes mais interessante, sedutora e irresistível do que no primeiro.
Ela perde o frescor juvenil, é verdade.

Mas também o ar inseguro de quem ainda não sabe direito o que quer da vida, de si mesma, de um homem.

Não sustenta mais aquele ar ingênuo, uma característica sexy da mulher de 20.
Só que é compensado por outros atributos encantadores de que se reveste a mulher de 40.
Como se conhece melhor, ela é muito mais autêntica, centrada, certeira no trato consigo mesma e com seu homem.

Aos 40, a mulher tem uma relação mais saudável com o próprio corpo e com seu cheiro cíclico. Não briga mais com nada disso.
Na verdade, ela quer brigar o menos possível.
Está interessada em absorver do mundo o que lhe parecer justo e útil, ignorando o que for feio e baixo-astral.

Quer é ser feliz.
Se o seu homem não gostar do jeito que ela é, que vá procurar outra.
Ela só quer quem a mereça!
Aos 40 anos, a mulher sabe se vestir.
Domina a arte de valorizar os pontos fortes e disfarçar o que não interessa mostrar.
Sabe escolher sapatos, tecidos e decotes, maquiagem e corte de cabelo.

Gasta mais porque tem mais dinheiro.
Mas, sobretudo, gasta melhor.
E tem gestos mais delicados e elegantes.

Aos 40, ela carrega um olhar muito mais matador quando interessa matar.

E finge indiferença com mais competência quando interessa repelir.
Ela não é mais bobinha. Não que fique menos inconstante.

Mulher que é mulher, se pudesse, não vestiria duas vezes a mesma roupa nem acordaria dois dias seguidos com o mesmo humor.

Mas, aos 40, ela já sabe lidar melhor com este aspecto peculiar da condição feminina.

E poupa (exceto quando não quer) o seu homem desses altos e baixos hormonais que aos 20 a atingiam - e quem mais estiver por perto - irremediavelmente. (isso ainda não sei fazer,na TPM sempre surto rsrs)
Aos 20, a mulher tem espinhas.
Aos 40, tem pintas, encantadoras trilhas de pintas.
Que só sabem mesmo onde terminam uns poucos e sortudos escolhidos.
Sim, aos 20 a mulher é escolhida.
Aos 40, é ela quem escolhe.
E não veste mais calcinhas que não lhe favorecem.
Só usa lingeries com altíssimo poder de fogo.

Também aprende a se perfumar na dose certa, com a fragrância exata.
A mulher aos 40, mais do que aos 20, cheira bem, dá gosto de olhar, captura os sentidos, provoca fome.
Aos 40, ela é mais natural, sábia e serena.Menos ansiosa, menos estabanada. Até seus dentes parecem mais claros.
Seus lábios, mais reluzentes. Sua saliva, mais potável.
E o brilho da pele não é o da oleosidade dos 20 anos, mas pura luminosidade.
Aos 20, ela rói unhas.
Aos 40, constrói para si mãos plásticas e perfeitas.
Ainda desenvolve um toque ao mesmo tempo firme e suave.
Ocorre algo parecido com os pés, que atingem uma exatidão estética insuperável.
Acontece também alguma coisa com os cílios, o desenho das sobrancelhas.
O jeito de olhar fica mais glamuroso, mais sexualmente arguto.
Aos 40, quando ousa no que quer que seja, a mulher costuma acertar em cheio.
No jogo com os homens, já aprendeu a atuar no contra-ataque.
Quando dá o bote, é para liquidar a fatura.
Ela sabe dominar seu parceiro sem que ele se sinta dominado.
Mostra sua força na hora certa e de modo sutil.
Não para exibir poder, mas para resolver tudo a seu favor antes de chegar o ponto de precisar exibi-lo.
Consegue o que pretende sem confrontos inúteis.
Sabiamente, goza das prerrogativas da condição feminina sem engolir sapos supostamente decorrentes do fato de ser mulher.
Se você anda preocupada porque não tem mais 20 anos - ou porque ainda tem mas percebeu que eles não vão durar para sempre - fique tranqüila.
É precisamente aos 40 que o jogo começa a ficar bom.

Este texto foi escrito por Adriano Silva e publicado no na Coluna do Chefe, uma das SUPERcolunas do site da revista Superinteressante - Editora Abril S.A. Pode ser visto em sua publicação original no link abaixo: [http://www2.uol.com.br/super/aberta/colunas/index_chefe_19_09_01.html]



Mulheres com mais de 40, na visão de um homem.

"À medida que avança a idade, valorizo muito mais as mulheres com mais de 40 anos. E aqui estão algumas das razões:
Uma mulher com mais de 40 nunca vai te acordar no meio da noite, para perguntar com o que você está sonhando... Simplesmente porque não lhe interessa com o que você está sonhando.
Se uma mulher com mais de 40 anos não quer assistir a um jogo de futebol, ela não fica reclamando e andando em círculos no meio da sala. Ela simplesmente vai fazer algo que ela quer fazer, com grandes chances de ser muito mais interessante.
Uma mulher com mais de 40 se conhece o suficiente para estar segura de si mesma, saber o que quer, quem quer. São poucas as mulheres com mais de 40 que se importam com o que você pensa delas. Uma mulher com mais de 40 já tem completa a sua cota de relações 'importantes' e 'compromissos'. A última coisa que quer, na sua vida, é outro amante possessivo.
As mulheres com mais de 40 são superiores. Nunca dão uma baixaria no meio do restaurante. Se você aprontou alguma, ela pode até te acertar um tapa, mas em regra simplesmente te abandonam e depois não querem te ver nem pintado (por mais que você implore desculpas e diga que está arrependido).
As mulheres com mais de 40 geralmente são muito carinhosas e te elogiam muito. Elas sabem - por já terem vivido isso nas relações 'importantes' e nos 'compromissos' - como é desagradável que a pessoa de quem gostamos não seja carinhosa e cuidadosa.
As mulheres com mais de 40 tem segurança o suficiente para te apresentar às suas amigas. Uma mulher mais jovem, quando está com você, pode ignorar a existência da sua melhor amiga.
A mulher com mais de 40, independentemente da sua área de atuação, acaba se tornando meio psicóloga: você não precisa confessar os seus pecados, porque ela sempre sabe.
Uma mulher com mais de 40 fica absolutamente linda com um batom vermelho.
Uma mulher com mais de 40 é honesta e direta: lhe dirá que você é um completo imbecil, se pensar mesmo isso de você.
Há muitas coisas legais pra dizer das mulheres com mais de 40, e pelas razões mais diferentes.
Mas lamentavelmente isso não é recíproco: porque para cada mulher com mais de 40, inteligente, bem sucedida, atraente, charmosa, bonita e sexy tem um homem com mais de 40, gordo, largado, se achando e com uma mulher de 20 do lado dele.…É incrível ver como os homens se enganam com as mulheres mais novas…
Se cada homem soubesse aproveitar a mulher de mais de 40 anos que está ao seu lado, ele saberia a diferença entre a beleza física e a sabedoria madura.
Se você tiver uma mulher de mais de 40 anos ao seu lado, usufrua dela enquanto puder pois estará usufruindo do que a vida tem de mais belo."

(DA) Se alguém souber a autoria, me diga...



Este texto é da Oprah Winfrey, apresentadora conceituadíssima dos Estados Unidos. Não preciso fazer considerações a respeito do texto, porque eu assino embaixo. 

Se um homem quer você, nada pode mantê-lo longe


Se um homem quer você, nada pode mantê-lo longe;
Se ele não te quer, nada pode fazê-lo ficar.
Pare de dar desculpas (de arranjar justificativas) para um homem e seu comportamento.
Permita que sua intuição (ou espírito) te proteja das mágoas.
Pare de tentar se modificar para uma relação que não tem que acontecer.
Mais devagar é melhor.
Nunca dedique sua vida a um homem antes que você encontre um que realmente te faz feliz.

Se uma relação terminar porque o homem não te tratou como você merecia,foda-se, mande pro inferno, esquece!, vocês não podem ser amigos.
 Um amigo não destrataria outro amigo.
Não conserte.
Se você sente que ele está te enrolando, provavelmente é porque ele está mesmo.
Não continue (a relação) porque você acha que 'ele vai melhorar'.

Você vai se chatear daqui um ano por continuar a relação quando as coisas ainda não estiverem melhores.
A única pessoa que você pode controlar em uma relação é você mesma.
Evite homens que têm um monte de filhos, e de um monte de mulheres diferentes. Ele não casou com elas quando elas ficaram grávidas, então, porque ele te trataria diferente?
Sempre tenha seu próprio círculo de amizade, separadamente do dele.
Coloque limites no modo como um homem te trata. Se algo te irritar,faça um escândalo.
Nunca deixe um homem saber de tudo. Mais tarde ele usará isso contra você.
Você não pode mudar o comportamento de um homem. A mudança vem de dentro.
Nunca o deixe sentir que ele é mais importante que você, mesmo se ele tiver um maior grau de escolaridade ou um emprego melhor.
Não o torne um semi-deus.
Ele é um homem, nada além ou aquém disso.
Nunca deixe um homem definir quem você é.
Nunca pegue o homem de alguém emprestado.
Se ele traiu alguém com você, ele te trairá.
Um homem vai te tratar do jeito que você permita que ele te trate. Todos os homens NÃO são cachorros.
Você não deve ser a única a fazer tudo…compromisso é uma via de mão dupla.
Você precisa de tempo para se cuidar entre as relações. Não há nada precioso quanto viajar. Veja as suas questões antes de um novo relacionamento.
Você nunca deve olhar para alguém sentindo que a pessoa irá te completar.
Uma relação consiste de dois indivíduos completos,procure alguém que irá te complementar… não suplementar.
Namorar é bacana. mesmo se ele não for o esperado Sr. Correto.
Faça-o sentir falta de você algumas vezes… quando um homem sempre sabe que você está lá, e que você está sempre disponível para ele, ele se acha…
Nunca se mude para a casa da mãe dele.
 Nunca seja cúmplice (ou co-assine qualquer documento) de um homem.

Não se comprometa completamente com um homem que não te dá tudo oque você precisa. Mantenha-o em seu radar, mas conheça outros…
Compartilhe isso com outras mulheres e homens (de modo que eles saibam). Você fará alguém sorrir, outros repensarem sobre as escolhas, e outras mulheres se prepararem.
O medo de ficar sozinha faz que várias mulheres permaneçam em relações que são abusivas e lesivas: Dr. Phill
Você deve saber que você é a melhor coisa que pode acontecer para alguém e se um homem te destrata, é ele que vai perder uma coisa boa.


Se ele ficou atraído por você à primeira vista, saiba que ele não foi o único.
Todos eles estão te olhando, então você tem várias opções.

Faça a escolha certa!!!

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Recebi por email esse texto. legal, né? Bom para refletirmos, né, meninas? 

Beijokinhas!

02 dezembro, 2009




Vou falar sobre um tema estranho e ao mesmo tempo tão comum aos dias de hoje: confiança. Na verdade, a falta dela. Confiar em alguém é algo bonito não é mesmo? Você deposita sua confiança, conta seus segredos, sonhos, desejos, troca confidências e tudo o mais. Entre amigas, isso é fato corriqueiro, como também o é mudar de melhor amiga. Na adolescência então, o que a gente troca de amiga é que nem troca de roupa. Mas e quando o ser que você deposita sua confiança é o seu companheiro de anos? Bom confiar em alguém que dorme conosco, que nos faz carinho e tudo o mais...porque quando você deposita seu amor em outra pessoa, acredita que ela seja especial, diferente das outras pelo menos. Mas de repente você descobre que nada do que você acreditava nesse sentido era verdade e isso te modifica pelo resto da vida. Modifica o teu ângulo de visão sobre a vida, sobre as pessoas.

Conhecemos as pessoas más pelos jornais, revistas e televisão. E usando o termo "aconteceu lá, não vai acontecer comigo", a gente vive.Sobrevive.Sem saber que o inimigo dorme ao seu lado...
Fui casada por cerca de onze anos com um homem que me dizia todos os dias que me amava. Nunca dormi sem ouvir "eu te amo, amor" e eu respondia:"eu também". Nem quando ele estava viajando.Nenhuma das minhas amigas casadas tinha algo assim. Muitos homens amam, mas falam pouco sobre isso não é? Pois bem,ouvir isso todo dia te dá uma confiança maravilhosa de que se é amada, não tenha dúvidas. Ouvir quando eu tinha ciúme de alguém: "Amor, mal dou conta de você, imagine de outra" ou a pessoa quando estava comigo nunca olhar pras outras na minha frente,(diferente de outros homens safados que paqueravam na frente das mulheres), ou ainda chegar sempre em casa cantando: "amore mio, cadê você?" tudo isso somando dá a qualquer pessoa a certeza do amor. Presentes, almoços e jantares no dia do aniversário, cartões e mensagens no celular faziam parte do meu cotidiano.Então, eu confiava. Cegamente.E trabalhava,...Meu Deus, como eu trabalhava...três períodos e ainda vendia roupas, tudo para termos uma vida pelo menos decente para nós e nossos filhos.

Quando minha filha caçula nasceu tive depressão pós-parto aliada a uma estafa gigantesca. Por causa de um preconceito besta dele fui me tratar com um neurologista, o que me agravou o estado. E dele eu só ouvia que ia passar porque ele me amava e pronto.Não passou, pelo contrário, piorou.E fui relegada a um segundo plano em tudo, com a desculpa de que estava "doente" ele recebia meu salário e gastava como queria.Toda essa situação foi,é claro, chegando a um extremo.Tive um colapso nervoso e pedi que ele saísse de casa, porque com ele eu não melhoraria. A saída dele, embora tenha sido algo extremamente doloroso, também me mostrou com quem eu estava casada. Ele tinha uma amante da metade da idade e, como sempre acontece, todos sabiam, menos eu. Com a saúde abalada, ainda ouvi dele que ele não tinha condições de cuidar de "gente doente" e que o que queria era "viver". Fiquei perdida. De repente, o homem que eu confiava, que se mostrava um homem íntegro, que não gostava nem que eu dissesse palavras ou expressões xulas (a demagogia em pessoa) se mostrou a mim e aos meus filhos como realmente era.
Mesmo depois de um certo tempo, quando ele quis voltar e se dizer arrependido, não havia mais jeito.Confiança quebrada dessa forma não se estabelece mais o elo. Eu teria perdoado a traição, tranqüilamente. E que homem não trai? Mas perdoar tantas mentiras e a omissão com minha saúde, com os filhos,com as contas e outras tantas coisas que descobri não havia jeito.



Uma relação a dois se faz de companheirismo. Acredito que um cuida do outro. Além de amor, o casal tem que ter amizade. Quando um só enxerga o seu caminho, já passou da hora de estar sozinho. Ou, pelo menos, não comigo ou com você!

Hoje sou uma pessoa bem diferente do que fui. Mais segura de mim, do que quero, do que gosto. E acredito ainda que existam homens em que se pode confiar, mas são raras exceções da natureza.

E você? O que acha?

16 março, 2009



Muitas pessoas perdem a melhor parte daquilo que poderiam viver por não acreditarem ser capazes de alcançar o que mais desejam para a sua existência. O que é necessário, antes de mais nada, antes mesmo de dar o primeiro passo? Ter uma perspectiva exata daquilo que se pode desejar. É também necessário confiar na validade dessas metas e na adequação delas aos objetivos maiores que se pretende atingir.
Da mesma forma que uma pessoa com sobrepeso enfrenta limitações para dançar balé ou jogar tênis, uma pessoa sem conhecimento ou prática, mesmo numa atividade simples, não pode desejar uma colocação que dependa de pré-requisitos que ela não possua. Logo, encontrar a justa medida dos nossos desejos é a tarefa inicial, o pré-requisito indispensável.
Parece que é mais confortável e, justamente por isso, mais usual, a pessoa se sentar e chorar, lastimar profundamente aquilo que ela não consegue ter, pensando que é o seu destino que a impede. É mais fácil esse tipo de conduta do que lutar para atingir metas verdadeiramente desafiadoras.
Se manifestarmos toda a força de nossa energia positiva, canalizando-a prazerosamente para o trabalho, a família, a vida, fica mais fácil concretizar ideais elevados. Desde o início de qualquer projeto, essas disposições, seguramente, colaboram para ampliar as possibilidades de encontro com uma vida repleta de confiança e curiosidade, que exige que cresçamos sempre, progredindo e dando pelo menos uma pequena contribuição para a humanidade. Realizar qualquer ideal exige caráter elevado, paciente e generoso. Agir com amor desinteressado é mais proveitoso para se obter o bom acompanhamento de Deus e a boa realização daquilo que se pretende fazer de melhor.
Críticas e reclamações, comuns em qualquer trajetória humana, devem ser levadas em conta no seu aspecto positivo. Elas mostram defeitos que podem ser acertados, caminhos de renovação que certamente nos tornará melhores. O homem deve ajudar a Deus na construção de sua obra.
Do site do terra

12 novembro, 2008

A FELICIDADE
Por Gilberto Wiesel (*)   
   

            Se foi o tempo em que a família sentava-se na varanda para apreciar o por do sol ou cantarolar canções, dedilhando um violão.
            Se foi o tempo em que as horas de trabalho pareciam não ter mais fim, pois as tarefas exigidas a tempo já se encontravam encaminhadas.
            Se foi o tempo de longas conversas no final de semana com vizinhos, parentes, amigos.
            Se foi o tempo onde invernos aqueciam o coração das pessoas deixando as repousar em algum parque, refletindo sobre as belezas do lugar.
            Se foi o tempo onde a noite acolhia quem sentia-se só, em torno de uma deliciosa e longa conversa...
            Enfim, se foi o tempo para o outro.
            Por isso chegou o tempo onde a depressão está extremamente acentuada e ainda, atinge as pessoas cada vez mais cedo.
            Hoje a depressão é dez vezes mais freqüente do que era na década de 60. Ela também ataca cada vez mais cedo.Todas as idades são presas fáceis. Em todas as idades existe a solidão que nasce da falta de tempo em que as pessoas se encontram.
            Pais sem tempo para os filhos.
            Professores sem tempo para os pais.
            Diretores de organizações, sem tempo para os funcionários.
            Familiares que se obrigam a entender a falta de tempo uns dos outros.
            Vizinhos que se escondem para não serem solicitados.
            Por toda essa ausência de calor humano a felicidade está cada vez mais distante das pessoas. Criaram-se ao longo dos últimos anos, atalhos que prometem a felicidade imediata: drogas, consumismo, culto a futilidades, mergulho no trabalho, entre outros. Esses atalhos dão resultados instantâneos e, logo após, a depressão. Deduz-se que é por isso que famílias, escolas, organizações e empresas deveriam reconhecer cada vez mais que as necessidades humanas vão muito além de atalhos. Está na hora de voltarmos a implementar as estratégias simples das pessoas da década de 60. Elas deram certo, pois na simplicidade daqueles tempos o que mais havia era tempo e com ele o contato com o outro. Isso trazia a sensação de amparo e bem querer e o resultado: Pessoas mais felizes!

(*) Gilberto Wiesel é consultor de empresas, conferencista, empresário, escritor, agropecuarista e graduado em Administração de Empresas.
Foi colunista titular do Portal Brasil por alguns anos - Seu site: www.gilbertowiesel.com.br.

29 maio, 2008

Flávia Silva receberá a carteira da OAB-SP nesta quinta-feira.Ela tem limitações de fala e coordenação motora e usa cadeira de rodas.


Foto: Arquivo pessoal
Em uma cadeira de rodas, com limitações de coordenação motora e dificuldades para falar, a bacharel em direito Flávia Cristiane Fuga e Silva, de 26 anos, vai receber sua carteira de advogada nesta quinta-feira (29) e será a primeira defensora com paralisia cerebral do estado de São Paulo.
Ela foi aprovada no exame 133 da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB – SP) e com o registro na ordem pode atuar como defensora em qualquer lugar do país. Flávia mora em São José dos Campos, a 91 km de São Paulo. Como o resultado do exame já foi divulgado, ela já possui o registro na OAB-SP, de número 269.203.


Mesmo com as dificuldades que enfrenta, ela foi aprovada num exame no qual 84,1% dos 17.871 inscritos não atingiram a pontuação necessária para passar. Como digita num teclado virtual e só usa a mão esquerda, a bacharel teve oito horas para fazer a segunda fase do exame, segundo a OAB, ao contrário dos colegas que possuem apenas cinco. Muitas amigas da mesma classe dela ainda não conseguiram passar na prova.
Flávia escolheu fazer o curso de direito por influência do pai, Eliezer Gomes da Silva, que é advogado e também porque queria defender seus direitos como portadora de deficiência. “Queria brigar pelo direito das pessoas portadoras de necessidades especiais que são tolhidas pela sociedade”, disse ela, por intermédio de seu pai, que ajudou na entrevista ao G1, por telefone.

A advogada afirmou também que ficou feliz ao saber que havia passado no exame, mas já esperava o resultado por ter estudado bastante. Ela cursou faculdade na Universidade do Vale do Paraíba (Univap) entre 2001 e 2005 e conseguiu concluir o curso no tempo normal.

Como não tinha condições de anotar o que o professor dizia nas aulas, Flávia prestava atenção. Depois tirava cópia do que as colegas anotavam e estudava em casa. “Ela sempre tirou nota boa, sempre acima de sete, sabíamos que ela conseguiria passar na OAB”, disse Silva.


Indisponivel
Flávia na formatura com sua mãe, sua irmã, seu pai
e um professor da faculdade (Arquivo pessoal)

Na hora da prova, segundo seu pai, os professores faziam um exame de múltipla escolha para ela poder responder mais facilmente, já que só era necessário apontar a resposta correta. Como não tem coordenação motora para usar a caneta, Flávia contava com a ajuda de alguém da família que ia até a faculdade nos dias de prova.


Flávia já trabalha junto com o pai, no escritório dele, fazendo peças jurídicas em casos de direito de família. Ela gosta mais da área de direito penal, mas desistiu segundo conta Silva, pois seria inviável trabalhar na área devido a necessidade de locomoção constante, para ir a delegacias e presídios e também porque exige que o advogado fale mais, inclusive diante de um júri.

A advogada é totalmente dependente para se locomover, comer, tomar banho, entre outras coisas. A família conta que sempre lutou pelos direitos da filha e, junto com outros pais de São José dos Campos, conseguiu que a rede pública criasse uma escola para os portadores de deficiência. Uma vez a cada seis meses, a advogada vai ao Hospital Sarah Kubitschek, em Brasília, para fazer tratamento.
A moça começou a estudar com sete anos de idade e nas primeiras quatro séries sentiu dificuldades e teve de fazer o período de quatro anos em sete. Depois, pegou o ritmo e conseguiu concluir o ensino médio com 21 anos.
Apesar das dificuldades, ela procura manter uma vida social ativa saindo com as colegas para o cinema, teatro e shopping. Quando o programa envolve restaurante, a mãe vai junto para ajudar a filha.


“No início ela tinha dificuldade de se aceitar, mas quando foi conhecendo pessoas como ela, teve força de vontade e conseguiu suplantar os problemas”, conta o pai. “Hoje em dia ela é uma moça muito contente, alegre e está sempre rindo. Tem várias amigas e até as ajuda com trabalhos jurídicos”, acrescenta.
Além do direito, Flávia também dedica seu tempo a um curso de pintura e até já expôs seus quadros no Fórum Trabalhista de São José dos Campos, em fevereiro deste ano.
Isso é que é uma lição de vida, persistência e coragem. Parabéns a essa família! Parabéns, Flávia!

08 abril, 2008

Embora a Cinderela dos Contos de Fadas seja um mito, em nossa vida cotidiana ela está mais próxima do que pensamos. Lembro-me do livro que li aos meus dezoito anos : Complexo de Cinderela, Colette Dowling.

O Complexo de Cinderela é a ambivalência entre a independência e a necessidade de ser amada. É como se as duas necessidades não pudessem existir, surgindo o conflito entre uma e outra. É a dependência emocional, ou seja, o desejo inconsciente de obter cuidados de outra pessoa (necessidade de dependência) e o medo da independência, de ficar sozinha.

Complexo de Cinderela é um conjunto de desejos reprimidos, memórias e atitudes distorcidas que se iniciam na infância, na crença da menina de que sempre haverá uma outra pessoa mais forte para protegê-la. Fomos criadas para depender de um homem e ficarmos apavoradas sem ele. Esta crença vai se solidificando, formando raízes, mantendo na mulher adulta um sentimento de incapacidade e inferioridade, que dificulta a consciência de suas mais profundas necessidades e desejos, pois inconscientemente os sabota e assim, permanece dependente.

Ao mesmo tempo em que desejamos nos libertarmos, também desejamos a salvação. Como Cinderela, as mulheres ainda esperam por algo ou alguém externo, que venha transformar suas vidas, ou seja, que venha salvá-las, como se fossem incapazes de salvar a si mesmas. O conflito existe entre o profundo desejo de ser protegida e cuidada, e sua necessidade em ter sua liberdade conquistada. Por exemplo, mulheres que desejam o divórcio, mas não têm coragem de pedi-lo. E muitas ignoram o que sentem e desejam, apesar dos sinais de sofrimento por conflitos internos profundos, mantendo a dependência, ainda que sofram por isso.

Pelo medo de enfrentar o fato de ser capaz de sustentar-se sozinha, não percebe que o comodismo é tudo, menos sinal de dignidade, impedindo assim seu próprio crescimento. É como se estivesse sempre duvidando de si mesma.

Mesmo com toda a mudança que vem ocorrendo ao longo dos anos, muitas mulheres continuam a desperdiçar seus talentos e potenciais, mantendo-se dependentes de alguém. Romper com uma estrutura de anos, reavaliar crenças, nem sempre é fácil para algumas mulheres. Apesar da mulher ter conquistado muitos espaços, algumas ainda se sentem sobrecarregadas, ou mesmo exploradas com tantas responsabilidades em suas costas, mas nada fazem para mudar.

O mais indicado é confrontar com a verdade, ou seja, identificar os sentimentos, encarar o conflito e assim, reconhecer o desejo de ser protegida e cuidada, mas reconhecendo ainda mais sua força e consciência do que é realmente capaz de realizar. Mesmo as mulheres que dizem sentir-se bem cuidando de si mesma, justificando que não precisam de ninguém, podem apenas estar mascarando seus mais profundos sentimentos. Afinal, quem não deseja que alguém cuide de nós? Quem não deseja colo? Ou seja, todas nós somos um pouco Cinderela. Mas nem por isso devemos permitir abrir mão de nossos sonhos, por mais esquecidos que estejam.

Fonte:http://www1.uol.com.br/vyaestelar/complexo_edipo_cinderela.htm

Bem, então temos dentro de nós uma cinderela e para isso vamos beijando tudo quanto é sapo
em busca de alguém lindo, educado, de boa família e, de quebra, rico (porque nunca ouvi uma amiga dizer que sonha com um feio, mal-educado e pobre, você já?), ou nos iludindo com sapos disfarçados mesmo que para isso tenhamos que nos sujeitar a uma vida medíocre e infeliz.

Acredito que a falta de conhecimento de nós mesmas nos leve a passar por inúmeras situações que não merecemos. Queremos tanto achar um príncipe perfeito (e existe?) que acabamos por deixar que a Cinderela na verdade seja a gata borralheira pra sempre. Ali, ao lado, do "príncipe" e, talvez, infeliz para sempre.



To be continued... * esse post continua...