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03 fevereiro, 2015

9 sinais do amor verdadeiro. O item №3 é fundamental!
amor verdadeiro
"Como eu sei que estou em um relacionamento com a pessoa certa?"


felicidade amor
Este é um dos problemas mais comuns. Para responder a esta pergunta, pergunte a si mesmo uma pergunta para esclarecer seus pensamentos e expectativas. Por exemplo:
"O que é que você gosta realmente no relacionamento?"

E, embora a resposta aqui, obviamente, seja subjetiva, em todos os aspectos, tanto romântico e platônico, existem alguns sinais claros de que o seu relacionamento está se desenvolvendo corretamente (ou não). 


Então, vamos agora olhar para alguns sinais de uma "relação correta" e dicas que podem ajudá-lo a corrigir a "atitude errada":


# 1 Vocês demonstram os sentimentos.
Muitas vezes nós complicamos o nosso relacionamento por falta de demonstração. As dificuldades começam quando a conversa começou a girar em mensagens de texto, os sentimentos permanecem apenas no subconsciente, ninguém fala mais nada para o outro,  um ou outro deixou de pronunciar a palavra "amor", não há mais confiança e honestidade, a incerteza tornou-se um modo de vida, o ciúme - um hábito, a dor - um sentimento natural, e o desejo de ficar longe de tudo - tudo isso ao mesmo tempo. A solução é: Pare com isso! Não fuja dos problemas, você tem que tentar resolvê-los, tem que voltar a se comunicar, apreciar, perdoar e amar as pessoas que realmente merecem. E, claro, se você sentir que alguém está brincando com seus sentimentos, fale com ele sobre isso.

amor casal

# 2 Vocês têm os mesmos objetivos.


Se uma mulher tem um encontro casual com um homem, e ela lhe diz que quer um relacionamento sério, é improvável que este relacionamento se torne sério. (Calma,menina!) Aguarde conhecer melhor a pessoa e aí sim, diga qual é o seu obejtivo no relacionamento.

Por outro lado, se você fingir que está feliz com seu relacionamento, esse relacionamento não tem futuro. O melhor sempre é usar de sinceridade desde o início, ou então assim que você perceber que você quer que aquele relacionamento fique sério. Não use de rodeios. Se alguém está com medo e fugir do fato de que você é uma pessoa honesta e sabe o que quer, este não é o seu grande amor, com toda certeza.

# 3 A comunicação entre vocês é aberta, honesta e clara.

Você pode falar sobre qualquer assunto com ele. Explique o que você tem em mente e certifique-se do que você está dizendo. Não espere que seu amor leia seus pensamentos, e muito menos que imagine seus sentimentos. Fale a verdade até o fim, porque a verdade é sempre melhor que a mentira, que acaba sempre aparecendo.



dizer, vai ser pior Ouça seu companheiro também. Não o ofenda nunca!A comunicação não é apenas uma parte importante de um relacionamento, ela é a base do relacionamento. 
Muitas relações frequentemente deterioram-se devido à falta de confiança e, acima de tudo, quando a comunicação é interrompida. Portanto, seja sempre honesta, responsável e dedicada à comunicação em seu relacionamento.


palavras de amor
# 4 Palavras de amor são confirmadas por ações.

Em um relacionamento normal quando você diz que sabe que a pessoa te ama, deve ser não apenas por palavras, mas sim uma demonstração de como você é tratada. tratá-los. Todos os dias podemos comprovar se somos amados através das ações do companheiro. É importante saber que a pessoa que você pensa, também está pensando em você.

# 5 Vocês não aspiram ao mesmo ideal.

Os dois terem o mesmo tipo de ideal nem sempre acontece. Lembre-se que uma relação amorosa nunca será totalmente perfeita, mas se você estiver disposta a trabalhar nela e estar aberta ao novo, ao que o outro quer dizer, você terá tudo o que quiser. Os ajustes na relação é que têm que ser perfeitos!
Diminua as expectativas! Quando você parar de esperar um determinado comportamento de seu companheiro, você poderá começar a desfrutar de sua companhia e apreciá-lo por aquilo que ele é. É preciso lembrar que cada relacionamento têm os seus problemas, mas o que os torna perfeitos, é que você sabe que vocês podem se apoiar um no outro, mesmo nos momentos mais difíceis.

# 6 Você é honesto e vulnerável

Por mais estranho que possa parecer, mas o amor mais intenso - também nos torna vulnerável. É preciso coragem para ser sempre honesta em um relacionamento, ter a prontidão para estar lado a lado nos bons e maus momentos, e realmente ser forte em espírito, quando for mais necessário a sua presença. 
Então seja honesta com você também. Ame intensamente! Fique com seu amado. Permita-se sentir. Derrube todas as paredes emocionais que você construiu em torno de si e permita-se sentir os sentimentos bons e ruins. Esta é a vida real. 

# 7 A combinação de liberdade e colaboração.


Lembre-se que não podemos forçar ninguém a estar conosco ou nos amar. Não devemos pedir para ficar, se uma pessoa quer ir embora. E nós mesmos nunca devemos nos sentir preso em um relacionamento. Na verdade, se uma pessoa se sente como se estivesse em uma armadilha, a relação já deixou de existir. Porque o relacionamento deve ser também uma liberdade, uma escolha.
Além disso, as relações são construídas sobre uma base sólida de trabalho em equipe. E como o relacionamento é um dos principais motores do crescimento pessoal e felicidade, a coisa mais importante na vida é quando você encontra sua alma gêmea. Juntos, vocês vão conseguir muito mais do que sozinhos. É um círculo vicioso. A fortaleza das relações depende da força de ambos os parceiros, e a força de cada parceiro depende da força das relações.
E lembre-se de que em um relacionamento raramente os dois fazem a mesma contribuição de cada lado. Você não pode sempre ter dado 100% ou fazer exatamente a sua metade - a vida é muito imprevisível. Portanto, nos dias em que você só puder dar 20%, seu parceiro deve adicionar 80%, e vice-versa. Relações saudáveis ​​existem quando os parceiros estão dispostos a fazer ajustes um para o outro, conforme a necessidade, e investir mais ainda no relacionamento quando o outro falha.


amor 2
# 8 Ao lado dele você cresce como pessoa.


Um relacionamento não é encontrar alguém que irá ajudá-lo a compreender a si mesma. Quando você se comunica com seus entes queridos, com um melhor amigo ou parceiro de vida, essa pessoa tem que lhe ajudar a ver suas melhores qualidade. Da mesma forma, os dois devem mostrar suas qualidades ao outro, quando estão juntos, pois isso contribui para o crescimento pessoal de cada um.  Os parceiros devem sempre se apoiar uns aos outros, aprender e crescer juntos, venha o que vier. 

# 9 Não permita que outros interferiram em seu relacionamento.

Relacionamentos nem sempre são compreendidos pelos próprios parceiros, uma pessoa estranha terá mais dificuldade ainda para entender. Então não deixe estranhos entrarem em seu relacionamento. Se você tem qualquer problema na sua relação, resolva junto com o seu parceiro, e não com alguém de fora.

Você apenas tem que viver a sua própria vida, seguir seu próprio caminho. Ninguém mais. Só você pode decidir como o seu relacionamento é certo para você. Você tem que parar de se preocupar com o que outras pessoas vão pensar e começar a viver e tomar decisões por conta própria.


♥ ♥ ♥ ♥


E você? Gostaria de acrescentar algo a essa lista? Deixe sua dica de relacionamento nos comentários!

02 outubro, 2014


Anel de noivado – Como Escolher o Símbolo do Amor Eterno?

Mesmo os casais mais modernos não resistem a uma das mais antigas tradições criadas no âmbito dos relacionamentos: o uso de anéis de noivado e alianças.
Acredita-se que a prática veio de um costume hindu que utilizava os anéis para simbolizar o casamento, mas só se popularizou no Ocidente devido aos gregos e romanos.
O formato circular do anel sem começo nem fim representa o amor contínuo entre o casal, tornando-o um símbolo de cumplicidade e fidelidade. Além disso, também representa um elo material entre duas pessoas emocionalmente envolvidas, que vão compartilhar as alegrias e dificuldades da vida a dois.  
Apesar de tão antigos e presentes na vida das pessoas, esses objetos ainda causam muita dúvida. Por isso, separamos alguns conselhos para ajudar os casais a escolher o anel ideal.


Anel de Noivado ou Aliança?
Essa é uma confusão comum e a resposta é simples: tanto faz, depende do estilo e do orçamento do casal. Há casais que usam anéis de noivado antes do casamento e, durante a cerimônia, os trocam por um par de alianças.


Outros, ao noivarem, já compram as alianças de compromisso uma vez, retirando-as no dia do casamento quando a recebem das mãos do parceiro. Os mais românticos preferem usar anéis diferentes, uma vez que representam etapas distintas do relacionamento.


A rigor, são apenas dois nomes para anéis utilizados por pessoas que pretendem contrair matrimônio. Nada te impede de chamar sua aliança de anel de noivado enquanto o casamento ainda não aconteceu.
Uma Pechincha
Desde que diamantes passaram a representar a solidez no casamento, não pega muito bem comprar um anel de compromisso que não tenha pelo menos um brilhinho.
Entretanto, há uma parte dessa história que ninguém conta: relacionar o tamanho do diamante com o quanto os noivos querem que ele dê certo foi uma lenda inventada para salvar a indústria de joias em tempos de crise. Portanto, não se sinta mal em procurar um anel mais em conta para dar a quem você ama.
O preço fica em torno R$2,000.00 dos mil reais, considerando-se um anel simples de metais preciosos. A velha escala de “agregadores de valor” ajuda a fazer a projeção do preço.

Ouro + diamante é a combinação mais cara, seguida de ouro e pedras preciosas. Depois temos prata e diamante, seguida de prata e brilhantes. Por fim temos os folheados e pedras sintéticas, que geralmente não são as opções mais cotadas para representar o amor eterno.

08 março, 2012







E em tempos de solidão e tanto desamor lemos algo assim…
A história de amor de Gordon e Norma Yeager, que começou na escola secundária e durou 72 anos, terminou na última quarta-feira (12) após um acidente de carro. Segundo a família, o veículo deles chocou-se com outro, que vinha em sentido contrário. O casal morreu de mãos dadas em um hospital de Marshalltown, em Iowa (EUA).casal-idosos-amorO namoro de Gordon, 94, e Norma, 90, teve início na escola secundária. No dia da formatura, Gordon a pediu em casamento. O matrimônio aconteceu no dia 26 de maio de 1939; eles tiveram quatro filhos. “Um não iria conseguir viver sem o outro. Era um romance à moda antiga”, garante Dennis, o filho mais novo.
Gordon morreu às 15h38. Norma, que segurava as mãos do marido, faleceu uma hora depois. Os dois foram velados um ao lado do outro, com as mãos dadas. Depois de cremados, as cinzas foram misturadas, a pedido dos filhos.
Nenhum deles gostaria de ter sobrevivido ao outro. Eles gostavam de fazer tudo juntinhos”, disse Donna Sheets, a filha mais velha, à TV local KCCI.

Fonte: Yahoo

Que lindo!!!!





17 setembro, 2011

Encontre seu amor no mesmo site que René Jr. usa em Fina Estampa

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Em Fina Estampa, René Junior (David Lucas) tem conhecido belas mulheres pela internet. O jovem usa seu perfil no site Tá sozinho pq quer para investir na paquera virtual.
Se você também está atrás de uma companhia, agora você pode acessar o mesmo site que o filho de Tereza Cristina (Christiane Torloni) usa na novela. Basta ir nesse link , fazer seu cadastro e ir atrás de seu amor. Não perca tempo! Mas lembre-se: o amor começa virtualmente, mas como todo relacionamento, tome cuidado para não se machucar, pois os seus sentimentos e os dos outros são reais. E não vá marcar encontros sem segurança. Apesar dos casos felizes, tem muita gente que também se dá mal nesses relacionamentos.




29 abril, 2011

Enfim, o tão esperado casamento do Príncipe William e Kate Middleton se concretizou. Mas vamos falar uma coisa: Gente! que vestido de noiva simples pra uma princesa não é não? Eu esperando algo cheio de glamour, rendas e bordados maravilhosos como nos contos de fadas e ela me aparece com aquele vestido? Gostei não. Mas, vida longa ao casal real! Que a história de Kate seja mais linda que a da Princesa Diana, que aliás usou um vestido lindoooo em seu casamento.












Fonte:Terra

22 novembro, 2010

Agora é oficial. Coração partido, dor da perda, pode até mesmo matar. Leiam a reportagem sobre o estudo que foi feito.

Um estudo da Universidade de St. Andrews constatou que coração partido pela perda de um ente querido pode mesmo levar a morte. A pesquisa analisou 58 mil casais desde 1991 e de acordo com o Paul Boyle, pesquisador responsável, muitos passaram pelo “efeito viuvez”.
Entre os participantes 40% das mulheres e 26% dos homens faleceram até três anos após a perda do marido ou esposa. E 12 pessoas inclusive morreram no mesmo dia. As causas das mortes incluíram desde câncer e problemas do coração, até suicídio.
Dado o alto número de pessoas afetadas encontrado na pesquisa, Boyle disse que só reforça a ideia de que pessoas em período de luto devem ser acompanhadas, de preferência com suporte profissional, pois trata-se de um período muito difícil e propenso a complicações.
*Imagens: reprodução

30 setembro, 2010


The New York Times
Casamento
(Jupiterimages)
Dois fatores contribuem para a diminuição dos casamentos entre adultos de 25 a 34 anos, disse Andrew Cherlin, sociólogo da Universidade Johns Hopkins: menos casamentos formais e mais uniões informais, hoje muito mais aceitas socialmente, inclusive com filhos
Os Estados Unidos ultrapassaram um importante limiar conjugal em 2009. O número de jovens adultos que nunca se casaram superou, pela primeira vez em mais de um século, o de casados. 

O declínio no número de casamentos já vinha há longo prazo, mas se acelerou durante o período de recessão, de acordo com novos dados do censo americano. Atualmente, há mais casais adiando o casamento ou até simplesmente optando por viver juntos sem oficializar a relação.

"As pessoas não têm certeza sobre estabilidade no emprego e muitas estão desempregadas", disse Mark Mather, do Population Reference Bureau, um grupo privado de pesquisa que analisou os dados do censo. "Casar é obviamente um grande passo e, se você não está confortável sobre seu futuro, faz sentido adiar uma decisão importante como essa."

Will McElroy, 26 anos, de Atlanta, namora Ann há três anos. O casal discutiu o casamento, mas ele perdeu o emprego de programador de computadores este ano e agora está mais focado na busca de trabalho do que em planejar o futuro.

"Sim, definitivamente é preciso dinheiro para casar", disse ele. "Ser casado significa comprar uma casa e ter filhos, certo?" Yara Holt, que organiza casamentos em Saint Louis, disse que um casal havia acabado de cancelar a cerimônia para 230 convidados. "Eles simplesmente decidiram que não iriam gastar dinheiro agora", disse. 

Entre a população total de 18 anos ou mais, a proporção de homens e mulheres casados caiu de 57% em 2000 para 52% em 2009 – o menor porcentual desde que o governo começou a coletar dados, há mais de 100 anos. A porcentagem de mulheres adultas casadas caiu abaixo da metade, para 49,9%.

Dois fatores contribuem para a diminuição dos casamentos entre adultos de 25 a 34 anos, disse Andrew Cherlin, sociólogo da Universidade Johns Hopkins: menos casamentos formais e mais uniões informais, hoje muito mais aceitas socialmente, inclusive com filhos. 

"É um erro pensar que todas as pessoas não casadas estão solteiras", disse Cherlin. "Muitos vivem com seus parceiros." Isso é especialmente verdadeiro, disse, entre os que não têm títulos universitários, que costumam esperar até que tenham segurança econômica para se casar. 

Joel Greiner, diretor de aconselhamento da Jornada, uma igreja de Saint Louis, disse que cerca de um terço dos casais em sua congregação vivem juntos antes do casamento. Para ele, falar de economia pode dissimular a questão principal. "Tem mais a ver com medo da intimidade e do casamento em si", disse. 

Segundo os dados federais, a proporção de jovens adultos que nunca se casaram aumentou de 35% no começo da década para 46% em 2009. 

O levantamento mostra, ainda, que tem havido grandes diferenças raciais nas taxas de casamento, com os negros muito menos propensos a se casar do que os brancos. Essa diferença, contudo, vem diminuindo à medida que as uniões informais se tornam mais populares entre os brancos, disse Cherlin. E muitos jovens adulto, segundo ele, estão adiando o casamento, sem renunciar a ele. 

McElroy, em Atlanta, disse que iria começar a pensar em casamento assim que encontrar um emprego e a economia se recuperar. "Não é muito romântico, é?", disse, com uma risada. 

Fonte: Veja on line

22 julho, 2010


Atualmente, a sociedade lida com a separação com mais naturalidade do que há algumas décadas. As crises conjugais não acontecem de repente, são construídas ao longo do tempo através das insatisfações, mágoas e ressentimentos que ocorrem na história do casal. 


Cada casal tem o seu motivo para pensar na separação. Podem ser traições, ciúmes, vícios, violências, interferência familiar, dificuldades financeiras, ou simplesmente o descontentamento sobre o modo que a relação que foi construída. 

Quando o dia-a-dia mostra que há mais dor do que prazer, mais mágoas do que alegrias, mais brigas do que conversas, a relação não está satisfatória. Nesse momento, é preciso cuidar do relacionamento para não transformar uma crise conjugal numa separação.
As pessoas buscam no casamento suas completude e idealizações em relação ao parceiro, mas em uma união isso ocorre apenas de modo parcial. Ao se frustrarem diante dessa parcialidade, muitas vezes elas não conseguem manter suas relações conjugais por não suportarem essas angústias. 

Na separação, os desejos e as idealizações de cada cônjuge foram frustrados. Se o grau de frustração não é suportado, e deixar de viver com o parceiro torna-se uma solução possível para lidar com tais angústias. Há dor pela perda dos sonhos, dos desejos, das idealizações e da companhia do parceiro. 

Por isso, a separação necessita de um trabalho de luto para ser vivenciado. Emoções como a raiva, tristeza, sentimentos de abandono, injustiça mobilizam os parceiros, cada qual com suas queixas e ressentimentos. Por fim, quando ocorre a aceitação do rompimento, surge a possibilidade de construir uma nova vida, e criar novos investimentos.  

Não há uma hora certa para se separar. As dificuldades encontradas nas relações devem estar claras, e a partir disso, o casal deve buscar as soluções para os conflitos. A decisão pela separação deve ser tomada como o resultado de um processo.

É importante que o casal possa avaliar os significados tanto do casamento quanto da separação em suas vidas. Muitas vezes, o sofrimento é intenso nesse momento da vida, e nem sempre se dispõe da necessária tranquilidade para uma decisão adequada. A ajuda psicológica através de um profissional especializado é importante para que a relação caminhe para uma trilha mais adequada aos parceiros. 

Texto de Claudia Finamore

Especialidade: Psicologia

16 junho, 2010

 Texto interessante da Rosana Braga. Dito assim parece tão fácil não é mesmo?

 https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEirzdVrrjnZnQkuh6345c4Td_MxMfIku8jLusDAopljNeTQVuX-10XoBM77qErfxnPM0n8eXZsg7Vlw9EfRq9sygLd0IuiXoUgqOeLGdH5t9qvH3WowVYG28BaxbQNBrALdDvaoMjkQ6d-n/s400/dor.jpg

Tá doendo?!? Então, solta!!

Por Rosana Braga

Sabe quando você vive uma situação difícil, angustiante e que te incomoda? Quando você não sabe o que dizer, o que fazer ou como agir para que a dor passe ou ao menos diminua? 
Pois vou te contar o que tenho descoberto, por experiência própria! Em primeiro lugar, observe a situação toda e, sobretudo, observe a si mesmo e os seus comportamentos.
 
Errou? Tente consertar e, de qualquer modo, peça desculpas!
Fez ou falou o que não devia? Explique-se, seja sincero, não tente esconder seu engano ou fingir que nada aconteceu... Valide a dor do outro, sempre.
 
Ta difícil conseguir uma nova chance? Dê um tempo. Espere... Às vezes, algumas noites bem dormidas e alguns dias sem a imposição de sua presença ou a insistência de suas tentativas são preponderantes para que os sentimentos bons sejam resgatados e para que um coração possa ser reconquistado.
 
Por fim, fez tudo isso e não deu certo? Não rolou? A pessoa até te perdoou, mas a massa desandou, a história se perdeu, os desejos esfriaram?!?
 
Você se sente inconformado, esmagado pelo arrependimento, atordoado pela tristeza do que poderia ter sido e não foi? Tem a sensação de que estragou tudo? Não sabe mais o que fazer para parar de doer? Acredite, só tem um jeito: solta!
 
A dor é conseqüência de um apego inútil! Deixa ir... Deixa rolar... Se você já fez o que podia fazer, tentou e não deu, confie na vida, confie no Universo e siga em frente. Pare de se lamentar, pare de se debater e de se perder cada vez mais, e tenha a certeza absoluta de que o que tiver de ser, será!
 
Quando essa certeza chega, é impressionante: a gente simplesmente relaxa e solta! E quando solta, a dor começa a diminuir, e a gente começa a compreender que está tudo certo, mesmo quando não temos a menor idéia de que “certo” é esse. Mas quando menos esperamos, tudo fica absolutamente claro!
 
Não se trata de desistir, mas de confiar! Isso é o que se chama “FÉ”! Isso é o que desejo a mim e a você, quando estivermos doendo...
 
Rosana Braga
www.rosanabraga.com.br
Reconhecida como uma das maiores especialistas em relacionamentos interpessoais do país, pesquisadora da área há mais de 10 anos, Rosana Braga é conferencista, escritora, jornalista e consultora em relacionamentos. Autora de 5 livros e DVDs de Treinamento, tais como ‘O Poder da Gentileza’, ‘Faça o Amor Valer a Pena’, 'Inteligência Afetiva – 2 volumes', entre outros.

12 junho, 2010

O amor já era, mas o frio na barriga continua. Mais forte que o desejo de esquecer é a sensação física que volta no fim: coração a mil, adrenalina, borboletas no estômago. Para superar isso, os médicos indicam: deve-se reforçar as emoções negativas ligadas à pessoa e mudar o foco. É, arrumar outro amor.

"Do ponto de vista cerebral, ficar só não ajuda a superar [o fim do caso]", diz o neurologista Antoine Bechara, da Universidade de Iowa (EUA). Parte da dificuldade, segundo Bechara, é que essa situação gera um conflito cerebral. Mesmo que o amor já tenha ido para o brejo e que as lembranças negativas estejam presentes, há uma impressão - nada a ver com as memórias guardadas no cérebro - que dispara aquelas reações corporais lá do alto.
Ele explica que no circuito neural há dois sistemas. Um deles passa pela amígdala, é responsável por respostas corporais involuntárias, como bolhinhas no estômago. O outro sistema passa pelo córtex pré-frontal, região que traz à tona as lembranças do ex, mesmo que a pessoa não faça mais parte da sua vida.
"Seu amor pode ter azedado, mas o cérebro continua a mandar os estímulos [que causam reações físicas] ainda que ele tenha as lembranças ruins do relacionamento. As impressões formadas no namoro ficam no cérebro."
As próprias reações físicas também podem ser interpretadas como uma forma de sentimento, o que realimenta o circuito. "A reação seria suficiente para configurar um sentimento? Não é necessário o objeto daquele sentimento estar presente?". As impressões residuais e essas reações físicas "sequestram" os pensamentos.
Não precisam da nossa intenção para aparecer, o que dificulta a mudança de foco. Mesmo quando não se está pensando na pessoa de propósito, o sentimento volta e toma o corpo de assalto.
Por isso também é que o tempo pode não dar conta do recado, ao menos do ponto de vista neurológico. "Não apaga. Esse sentimento é próximo ao dos vícios", diz.
Se o ex está por perto, então, é pior. Como para o alcoólatra, basta um deslize para que aconteça a recaída. O neurologista André Palmini, da PUC-RS, lembra que essas reações são similares às do começo do amor. "É sinal de que há uma ameaça." As borboletas no estômago fazem uma curva durante o namoro, diz Palmini: surgem no início, declinam no meio e voltam no final.
EMPATIA É SINAL DE UNIÃO DURADOURA

A capacidade de entrar em sintonia com os desejos do parceiro é a marca do amor duradouro. No cérebro de quem está apaixonado, ocorre a ativação do sistema de recompensa. Esse sistema é mais "primitivo": leva o ser humano a buscar comida, proteção. Quando o sentimento evolui, regiões mais refinadas são acionadas. São áreas menos relacionadas a emoções básicas e mais ligadas à empatia.

Texto escrito por DÉBORA MISMETTI publicado na Folha.com

05 março, 2010

Se você acaba de conhecer aquele gato, mas gostaria de saber um pouquinho mais sobre ele antes de se entregar ao romance, que tal prestar atenção em suas expressões corporais para desvendar alguns segredos?

Se o encontro de vocês acontecer em um bar, preste atenção na forma como ele segura a cerveja
Veja as dicas:
  • Se ele aproxima a long neck do peito - A cerveja funciona como um muro de proteção. Nada de encher o bonitão de perguntas. Prefira temas como esportes até que ele baixe o drinque – e a guarda.
     
  • Se ele movimenta a bebida em sua direção - Pode comemorar! O homem age assim porque está louco para chegar mais perto de você.
  • Se ele brinca com o rótulo
    O pobre está nervoso. Talvez por imaginar que não está agradando. Para desfazer a impressão, toque de leve o braço do moço. O gato pode estar tenso por causa de algo que ainda vai falar. Vale lançar frases como: “um milhão pelos seus pensamentos!”.
  • Se ele segura a cerveja relaxadamente
    Indica que o gato se sente no controle da situação. Afinal, não está preocupado se a garrafa vai escorregar... ou não.
     
  • Fonte:M de mulher 

02 dezembro, 2009




Vou falar sobre um tema estranho e ao mesmo tempo tão comum aos dias de hoje: confiança. Na verdade, a falta dela. Confiar em alguém é algo bonito não é mesmo? Você deposita sua confiança, conta seus segredos, sonhos, desejos, troca confidências e tudo o mais. Entre amigas, isso é fato corriqueiro, como também o é mudar de melhor amiga. Na adolescência então, o que a gente troca de amiga é que nem troca de roupa. Mas e quando o ser que você deposita sua confiança é o seu companheiro de anos? Bom confiar em alguém que dorme conosco, que nos faz carinho e tudo o mais...porque quando você deposita seu amor em outra pessoa, acredita que ela seja especial, diferente das outras pelo menos. Mas de repente você descobre que nada do que você acreditava nesse sentido era verdade e isso te modifica pelo resto da vida. Modifica o teu ângulo de visão sobre a vida, sobre as pessoas.

Conhecemos as pessoas más pelos jornais, revistas e televisão. E usando o termo "aconteceu lá, não vai acontecer comigo", a gente vive.Sobrevive.Sem saber que o inimigo dorme ao seu lado...
Fui casada por cerca de onze anos com um homem que me dizia todos os dias que me amava. Nunca dormi sem ouvir "eu te amo, amor" e eu respondia:"eu também". Nem quando ele estava viajando.Nenhuma das minhas amigas casadas tinha algo assim. Muitos homens amam, mas falam pouco sobre isso não é? Pois bem,ouvir isso todo dia te dá uma confiança maravilhosa de que se é amada, não tenha dúvidas. Ouvir quando eu tinha ciúme de alguém: "Amor, mal dou conta de você, imagine de outra" ou a pessoa quando estava comigo nunca olhar pras outras na minha frente,(diferente de outros homens safados que paqueravam na frente das mulheres), ou ainda chegar sempre em casa cantando: "amore mio, cadê você?" tudo isso somando dá a qualquer pessoa a certeza do amor. Presentes, almoços e jantares no dia do aniversário, cartões e mensagens no celular faziam parte do meu cotidiano.Então, eu confiava. Cegamente.E trabalhava,...Meu Deus, como eu trabalhava...três períodos e ainda vendia roupas, tudo para termos uma vida pelo menos decente para nós e nossos filhos.

Quando minha filha caçula nasceu tive depressão pós-parto aliada a uma estafa gigantesca. Por causa de um preconceito besta dele fui me tratar com um neurologista, o que me agravou o estado. E dele eu só ouvia que ia passar porque ele me amava e pronto.Não passou, pelo contrário, piorou.E fui relegada a um segundo plano em tudo, com a desculpa de que estava "doente" ele recebia meu salário e gastava como queria.Toda essa situação foi,é claro, chegando a um extremo.Tive um colapso nervoso e pedi que ele saísse de casa, porque com ele eu não melhoraria. A saída dele, embora tenha sido algo extremamente doloroso, também me mostrou com quem eu estava casada. Ele tinha uma amante da metade da idade e, como sempre acontece, todos sabiam, menos eu. Com a saúde abalada, ainda ouvi dele que ele não tinha condições de cuidar de "gente doente" e que o que queria era "viver". Fiquei perdida. De repente, o homem que eu confiava, que se mostrava um homem íntegro, que não gostava nem que eu dissesse palavras ou expressões xulas (a demagogia em pessoa) se mostrou a mim e aos meus filhos como realmente era.
Mesmo depois de um certo tempo, quando ele quis voltar e se dizer arrependido, não havia mais jeito.Confiança quebrada dessa forma não se estabelece mais o elo. Eu teria perdoado a traição, tranqüilamente. E que homem não trai? Mas perdoar tantas mentiras e a omissão com minha saúde, com os filhos,com as contas e outras tantas coisas que descobri não havia jeito.



Uma relação a dois se faz de companheirismo. Acredito que um cuida do outro. Além de amor, o casal tem que ter amizade. Quando um só enxerga o seu caminho, já passou da hora de estar sozinho. Ou, pelo menos, não comigo ou com você!

Hoje sou uma pessoa bem diferente do que fui. Mais segura de mim, do que quero, do que gosto. E acredito ainda que existam homens em que se pode confiar, mas são raras exceções da natureza.

E você? O que acha?

20 agosto, 2009

Bom, como sou uma romântica, vi essa reportagem no G1 e compartilho com vocês! Tão lindinha...
 Eremito e Neila - (Foto: Gabriel Munhoz/Zero Hora/Ag.RBS)
Eremito Andrade Campos e Neila Fontoura Farinha se conheceram há 56 anos, em Dom Pedrito (RS). Ele estudava em um colégio de padres e ela, em uma unidade de ensino dirigida por freiras. Os dois trocaram os primeiros olhares na praça central e, após alguns dias, foram ao cinema. Ele pediu um beijo (taradooo!!rsrsrsr), ela negou. "Fui avançado para a minha época", diz ele ao G1. À noite, ela mandou um recado, dizendo que não queria namorar.
O tempo passou. Campos mudou-se para Santa Maria, entrou na Brigada Militar, foi casado duas vezes, teve três filhas e ficou viúvo. Neila permaneceu em Dom Pedrito, foi casada, divorciou-se e teve duas filhas e um filho.
Campos conta que não a esqueceu. "Tive um casamento conturbado e, por incrível que pareça, essa história me marcou e sempre lembrava dela."
Depois que a segunda mulher dele morreu, a filha resolveu criar um perfil no Orkut. No ano passado, Neila viu a foto de Campos na página de uma amiga. E mandou um recado. Nessa época, ela passava por um período de depressão, porque teve que parar de fumar. "Para ser sincera, eu nem lembro dessa história do beijo. Em nenhum momento passou pela minha cabeça algo a mais, porque tinha uma mulher abraçada com ele na foto", diz Neila. "Escrevi só 'Será que tu és o Eremito, que conheci há mais de 50 anos em Dom Pedrito?'."
Ele respondeu e os dois começaram a conversar pelo MSN. "Aí fiquei sabendo que a filha colocou a foto com a mulher dele, que morreu, em homenagem a ela. Hoje, nós dois usamos fotos juntos", afirma.
O reencontro, no mundo real, aconteceu em fevereiro deste ano. Campos logo pediu o beijo negado há 56 anos. Agora, ele se divide entre a casa de Santa Maria, onde mora com uma filha, e Dom Pedrito, onde está a namorada. E o casal tem muitos planos. Além de viagens para aproveitar o frio dessa época do ano do Sul do país, querem se casar. "Não dá para perder muito tempo", diz Neila.
Eles devem oficializar a união no ano que vem. E têm o apoio dos filhos. "Duas filhas minhas moram em outras cidades e sempre se preocupavam. Agora, tenho um companheiro maravilhoso", comemora Neila.
Fofo né?Muitas felicidades pra eles!!

22 julho, 2008


O Homem Perfeito


Não interessa a uma mulher um homem que saiba tudo sobre ela, um homem que saiba tudo sobre o amor, um homem que saiba tudo sobre os prazeres proibidos do corpo. Uma mulher não se interessa por um homem que não tenha uma dose de insegurança, um quê de fascínio infantil, uma ponta de orgulho bobo, uma forquilha de medo entre os joelhos. 


Uma mulher não se interessa por homem que não teme as perguntas, que resolve os problemas com sarcasmo, que fala convicto e intrépido sobre os mais diversos assuntos; o coração dele congelado para transplante no isopor entre garrafas de cerveja.


Uma mulher não se interessa por homem que pisca ao garçom, que conversa nos ouvidos com os seguranças das boates, que a mostra com malícia e desfaçatez para os outros.

Uma mulher não se interessa por um homem que está se exibindo mais do que sendo transparente. Uma mulher não se interessa por um homem que ela não conta com a mínima chance de modificá-lo e elogiar as transformações.

Uma mulher não se interessa por um homem que se diverte dos próprios comentários antes dela. Uma mulher não se interessa por um homem carregado de estratégias, que encadeia a noite ideal, sem nenhuma falha, sem nenhum vacilo, sem nenhuma turbulência. Ele ensaiou com quantas antes?

Uma mulher se interessa por um homem inseguro, mas sincero, tímido, mas autêntico, que sofre com suas gafes, engatilha desculpas ao usar um palavrão, que pede ajuda para completar a noite.

Uma mulher não se interessa por um homem blindado, que não escuta, que se esconde em um personagem para contar mais um feito aos amigos. Uma mulher não se interessa por um homem que logo vai atacando, logo vai oferecendo o endereço para esticar a conversa.

Uma mulher não se interessa pelo terno alinhado, os cabelos em dia, o pescoço perfumado, se não haverá nenhum sussurro que desperte a fragilidade masculina do outro lado.

Uma mulher não se interessa em receber flores sem raízes nos dedos.

Uma mulher não se interessa por um homem convicto, que a convida para sair, que passa uma cantada impecável e finge delicadeza para ser indelicado no dia seguinte e não telefonar.

Uma mulher não se interessa por um homem que não mudará a ordem das palavras que teve sucesso com as mulheres anteriores e repetirá as mesmíssimas vaidades da conquista. Uma mulher se interessa por um homem que confunde o desejo com a loucura e tropeça nas palavras para logo descer ao chão com ela.

Uma mulher não se interessa por um homem que seduz como quem dá as cartas, um homem que solicita a conta como quem fecha um negócio, que a envolve como se fosse um investimento. Uma mulher não se interessa por um homem que não tenha também músculo nas pálpebras para chorar por ela, músculos na boca para guardar sua língua.

Uma mulher não se interessa por homens prontos, fechados, absolutamente perfeitos.

Não se interessa por cadáveres.

Fonte: Fabrício Carpinejar