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01 setembro, 2011


Kate McCann, mãe de Madeleine, não perde a esperança de encontrar a filha e dá detalhes do caso no livro que será lançado na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, a partir desta sexta-feira 02 de setembro de 2011.

Créditos da Notícia: http://revistamarieclaire.globo.com/ Por Livia Deodato 


Sua fala é pausada e a voz parece estar constantemente embargada por um choro prestes a romper. É difícil mensurar a dor e a tristeza sentidas por Kate McCann, quatro anos depois do desaparecimento de sua filha Madeleine. Hoje com 43 anos, a britânica não desistiu da procura pela primogênita. Ela abandonou a medicina e, desde o dia 3 de maio de 2007, se dedica exclusivamente a reunir informações enviadas por pessoas de todo o mundo que acreditam ter encontrado a menina – se estiver viva, ela tem 8 anos (no sitewww.findmadeleine.com, há uma projeção de sua atual fisionomia).





A polícia arquivou oficialmente o caso em julho de 2008. Mas Kate e sua família, não. O livro que leva o nome "Madeleine" foi lançado na Inglaterra e em Portugal em maio e agora chega ao Brasil (Editora Prumo, 440 págs., R$ 49,90). Baseado no diário escrito por Kate ao longo dos anos e no inquérito policial, o livro levanta a hipótese de sequestro por uma rede de pedofilia, critica a investigação conduzida pela polícia portuguesa (e a falta de ação da britânica) e fala da crise que se instalou no casamento entre Kate e Gerry, pai de Madeleine. Os filhos mais novos, os gêmeos Sean e Amelie, hoje com 6 anos e meio,continuam perguntando sobre a irmã mais velha e explicam aos amiguinhos que “a mamãe costumava ser médica, mas agora está procurando por Madeleine”.
“Ainda há esperança. Vivemos numa espécie de limbo desde que ela sumiu, mas não podemos desistir”, diz Kate, na entrevista exclusiva que ela concedeu a Marie Claire.
Marie Claire - Como você se sente hoje? E como estão Gerry e os gêmeos?
Kate McCann - Muito bem, se considerarmos tudo o que passamos. Estamos muito mais fortes. Agora, procuramos pelo equilíbrio. Gerry trabalha em tempo integral e o meu trabalho tem sido continuar a busca por Madeleine. Agora também temos a chance de fazer várias coisas normais, de família, como levar Sean e Amelie para a escola.
MC - Os gêmeos fazem perguntas frequentes sobre Madeleine?
KM - Não todos os dias, mas com uma certa frequência. O desaparecimento dela também faz parte da vida deles. Eles entendem o que aconteceu e o que estamos tentando fazer. No entendimento deles é muito simples: “Madeleine está desaparecida e temos de encontrá-la.” Conversamos sempre sobre o resgate, sobre o que vamos fazer quando ela voltar para casa, sobre esperança.
MC - A esperança de encontrar Madeleine se tornou a razão de sua vida. Qual será a sua reação se descobrir que ela está morta?
KM - Infelizmente, eu considero todas as possibilidades. Nos últimos dias, só consigo pensar no pior. Mas ainda temos esperança, de qualquer modo. Eu li sobre muitos outros casos, de famílias que conseguiram recuperar seus filhos após décadas de desaparecimento. Não podemos desistir. É duro não saber sobre o paradeiro dela – estamos vivendo numa espécie de limbo desde que ela sumiu. E é tão difícil de sacudir a poeira e se reeguer. Temos de continuar à procura.
MC - Você não trabalha mais? Dedica-se o tempo todo à busca de Madeleine? 
KM - Eu não exerço mais a medicina. Os últimos quatro anos provavelmente foram os anos em que estive mais ocupada da minha vida “profissional”. Passei muito tempo visitando os arquivos da polícia, escrevendo o meu livro e também lançando campanhas de busca por Madeleine. Até mesmo para abrir o Gmail, leva-se muito tempo. Sean e Amelie entenderam e sempre dizem aos amiguinhos: “a mamãe costumava ser médica, mas agora está procurando por Madeleine”. Enquanto não a encontramos, há ainda muito trabalho a ser feito.
MC - Você continua contando com a polícia na busca por ela?
KM - O trabalho oficial da polícia foi encerrado em julho de 2008. Seguimos com uma investigação particular e temos contado com a incrível ajuda das pessoas, que tiram férias, continuam procurando por ela, fotografam quem pensam que é Madeleine e nos enviam.
MC - A notícia mais recente, de que Madeleine poderia ter sido encontrada na Índia, te trouxe alguma esperança maior?
KM - Nós recebemos dezenas de notícias diariamente sobre supostos paradeiros de Madeleine. Neste caso, a diferença foi que essa informação acabou chegando à mídia, que acompanhou e levou à repercussão. No entanto, o fato de ela supostamente ter sido encontrada na Índia me dá mais força: até mesmo a essa distância, eu posso contar com a ajuda das pessoas, que continuam procurando por ela.
MC - Existe algum motivo para você sorrir hoje?
KM - Por um bom tempo, não me permiti desfrutar da vida e me sentia culpada se o fizesse. Mas o fato é que se eu não tivesse dado um tempo, não teria de onde mais tirar forças para continuar as buscas. Tenho outras duas crianças e agora estou mais forte. Sinto-me mais capaz de curtir a vida – e faço isso por Madeleine.
MC - Você consegue sentir a presença de Madeleine?
KM - Eu não acho que ela morreu. Qualquer mãe se sentiria assim. Sinto-me próxima a ela. Madeleine é parte da nossa família. Não sentimos que esse será o fim.
MC - Como você lida com as lembranças deixadas por Madeleine? Consegue rever fotos e vídeos?
KM - São muitas boas lembranças. Quando eu começo a revisitá-las, às vezes sinto muita tristeza, outras vezes me deixa feliz e me reconforta, me traz tranquilidade. Ela está na nossa vida. Há fotos dela por toda a nossa casa. A Amelie sempre se refere a ela como “a minha irmã mais velha”.
MC - Em um determinado momento, vocês foram acusados de serem suspeitos. Como lidou com isso?
KM - (voz embargada) Eu achei inacreditável. Quando você imagina que nada pior pode acontecer... A busca por Madeleine se tornou a minha maior obsessão. E muita gente não entendeu isso. É como um pesadelo, um sonho ruim do qual você não consegue acordar.
MC - Por outro lado, você recebeu apoio de pessoas de todo o mundo...
KM - Eu seria incapaz de descrever a importância do apoio que venho recebendo desde o desaparecimento de Madeleine. Isso me ajudou enormemente. As pessoas foram muito boas e cuidadosas – e isso também nos fortaleceu para continuar na luta. Nós tivemos inclusive um apoio grande do Brasil, de uma família muito querida que acabou se tornando muito próxima de nós.
MC - Como é a sua relação com a imprensa hoje?
KM - Nós precisamos da mídia. Madeleine precisa dela para ser encontrada. Nós enfrentamos maus bocados com a imprensa. Mas ainda espero que ela ajude a encontrar Madeleine. Apenas pedimos para que os jornalistas sejam responsáveis com as informações, pois é a nossa pequena que está desaparecida.
MC - É muito doloroso ou cansativo continuar dando entrevistas? Ou você acredita que isso é o que tem de ser feito para que as buscas por Madeleine continuem?
KM - No início achava tudo isso bem intimidador. As perguntas me pareciam muito difíceis e mexiam demais com os meus sentimentos. Sempre procurei preservar a minha privacidade. Mas como já dei dezenas e dezenas de entrevistas nos últimos quatro anos, me acostumei um pouco. Sei que a mídia é poderosa e alcança milhões de pessoas. E se isso for necessário para trazer a minha Madeleine de volta, eu farei isso.
MC - Você visita Portugal com frequência?
KM - Sim. Vamos bastante a Lisboa para conversar com advogados. Vou também a Praia da Luz umas 5 vezes por ano (local do resort onde a família passava férias e de onde Madeleine foi raptada). Logo depois de seu desaparecimento, eu não conseguia voltar para lá, mas agora vou com alguma frequência porque lá me sinto mais próxima dela.
MC - Quais são os seus próximos passos agora?
KM - Continuo escrevendo um diário. O livro foi lançado em maio na Inglaterra e em Portugal. Na próxima semana será lançado no Brasil, em setembro na Alemanha, no meio de outubro na Espanha e em alguns outros países até o fim do ano. As pessoas lerão o livro e vão saber que ainda existem várias perguntas que continuam sem respostas – e que elas podem ser capazes de responder. Nós acreditamos nas informações que nos são enviadas e esperamos reuni-las para que cheguemos até ela. Tenho fé que vamos encontrar a informação-chave que está faltando para encontrá-la. Continuem procurando e rezando por Madeleine, que continua desaparecida. Não podemos desistir.
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** Por mais que muitos pensem que Madeleine está morta, que os pais é que são culpados, e muitas outras coisas publicadas, eu penso que esta mãe tem sofrido muito. Que mãe não moveria céus e terra por um(a) filha? Tomara mesmo que não a tenham matado e que um dia este blog possa publicar que Madeleine foi encontrada como tantas notícias que vemos de pessoas mantidas em cativeiro e descobertas depois de dez ou 20 anos.

03 julho, 2011

Nenhuma criança nesse mundo deveria ser machucada, de forma alguma. Nenhum filho deveria morrer antes dos pais. Nenhuma inocência deveria ser violada. Nenhuma lágrima de criança deveria ser derrubada. É assim que penso.

Qualquer tragédia com criança me emociona, mexe comigo mais que quaisquer outras. Por esse início de post você já deve ter percebido que falarei sobre algo assim. E está correto. Tem muita coisa ruim acontecendo nesse país. Acontecendo com seu vizinho, com seu colega de trabalho, com seus amigos virtuais, com todo mundo. O tempo todo. e a cada dia vamos nos fechando em um mundo que diz que tudo é normal e ficamos individualistas, olhando a tragédia dos outros pelo vidro da janela, bem de longe. Hoje, peço-lhe, carinhosamente, que abra essa janela, para saber sobre uma menininha chamada Érika, carinhosamente chamada de “pequena Érika”.



A Érika tem 3 anos. Apenas 3 anos. Deus, o sorriso de uma criança de 3 anos é como o sorriso dos anjos. E esse anjinho que é a Érika, de apenas 3 aninhos, tem passado dores e provações atrozes. E precisa de ajuda para uma cirurgia.

Quem é a Érica?

                    Érica Ferreira da Luz Rosa, 3 anos, Sobradinho II (DF)


 


A menina Érica Ferreira da Luz Rosa, como todas as outras crianças de sua idade (3 aninhos), adora brincar e sorrir. Mas ela tem algo diferente das demais crianças: em 2010, estava no carro da família quando ele se incendiou.

Hoje, tem 23% do corpo queimado, especialmente a cabeça, rosto, mãos e pés.

O tratamento, que inclui duas cirurgias reparativas, custará aproximadamente R$ 80 mil reais, valor com o qual os pais (ele, auxiliar de pedreiro; ela, catadora de lixo) nunca poderão arcar sozinhos.

É por isso que alguns voluntários de Brasilia que se comoveram com essa história, convidam você a participar ajudando e, juntos, possibilitar à pequena Érica que tenha uma infância como das outras crianças.

Situação da família

Fábio da Luz Rosa - Pai, 31 anos, auxiliar de pedreiro
Rosemira da Luz Rosa - Mãe, 33 anos, catadora de lixo
Érica Ferreira da Luz Rosa - Filha, 3 anos

O que aconteceu?


 

O acidente

No dia 31 de julho de 2010, a pequena Érica, sua mãe Rosemira e o paiFábio saíram de um bairro distante com a intenção de chegar ao centro da cidade de Planaltina (Goiás), cidade do entorno de Brasília.

No decorrer do percurso, passaram em um posto de gasolina para abastecer o carro, um Corcel ano 75, que se encontrava em péssimo estado de conservação, quando, segundo a senhora Rosemira (mãe), o carro pegou fogo logo de imediato. Em seguida viu seu esposo com as pernas pegando fogo. Sem entender direito o que estava acontecendo, saíram do carro e imediatamente lembraram da filha Érica que estava presa na cadeirinha no banco de trás, quando tentaram pegá-la. Foram encaminhados ao hospital pelos bombeiros, onde obtiveram a informação de que a filha teve 23% do seu corpo queimado.

O casal se culpa muito. O pai teve as duas pernas queimadas e a mãe teve queimadura nas mãos. Segundo ela, "foi muito rápido, não tivemos tempo para pensar em nada".

APÓS O ACIDENTE

  • Érica ficou 38 dias no Hospital Regional da Asa Norte, em Brasília/DF, depois mais 10 dias no Hospital de Base, também em Brasília, sendo alimentada por meio de sonda.
  • Segundo os médicos, a menina sofreu queimadura interna.
  • Érica também teve de fazer enxerto no rosto, nas mãos e no pé.
  • Fábio, pai de Érica, precisou de enxerto nas duas pernas queimadas.


Como você pode ajudar?

Muita gente não gosta de doar dinheiro, mas, neste momento, é preciso pagar as cirurgias reparadoras e, por isso, é de dinheiro que a Érica precisa.

Você pode ajudar:

  • Depositando diretamente nas poupanças da Érica:
    (Érica Ferreira da Luz Rosa)

Banco do Brasil 

Agência 1226-2

Conta poupança: 50.725-3 Variação 01

Banco Itaú

Agência 1388 

Conta poupança 40275-0/500

BRB

Agência 0107 

Conta Poupança 107032588-8

  • Divulgando a história da Érica para seus amigos, nas redes sociais e offline.

  •                  Clique na imagem e faça sua doação!
                          Que DEUS LHE ABENÇOE!


    Para saber mais sobre a pequena Érika acesse o Blog

http://pequenaerica.blogspot.com/

14 agosto, 2008

É engraçado como as coisas acontecem... Estava eu assistindo a um filme "Quem sequestrou Elisabeth Smart?", garota americana que ficou sequestrada seis meses. A polícia desistiu de procurar, mas os pais não. O alerta Amber, que existe nos EUA, é a junção da polícia, os meios de comunicação e a sociedade na busca de crianças desaparecidas. Quando o alerta é dado crianças são salvas. Crianças são encontradas. Voltam ao retorno de seu lar de onde nunca deveriam ter saído. Terminei de assistir ao filme e antes de ir dormir fui olhar meus emails e tinha a seguinte mensagem para mim da Mãe do Lucas Pereira, criança de apenas três anos que despareceu sem deixar vestígios no dia 21 de junho.

Mensagem da Érika, Mãe do Lucas Pereira
" Sou uma mãe que desde 21 de Junho de 2008, chora e implora ao Deus Vivo, que traga meu filho de volta. Que proteja sua vida e integridade física. Meus dias têm sido incertos, meu coração sangra de dor, minha alma chora e pede por socorro, no desespero de ter meu filho de volta.Eu pensava que era infeliz, mas agora eu tenho certeza que eu era feliz e não sabia. Ah! Lucas meu filho onde vc esta? Com quem? Pra que? Porque? São perguntas que me torturam a cada segundo. Imploro a todos os internautas que me ajude a divulgar a foto de meu anjinho ele quer muito ser encontrado, tenho certeza que ele quer muito voltar para o seio da família.

Só quem passa é que sabe, Lucas a mamãe aguarda sua volta! Difícil ler uma noticia dessa e não imaginar a dor, o sofrimento, a angústia e a espera que nós estamos vivendo... Nós estamos vivendo em um ambiente cada vez mais inóspito, no qual a ganância pelo dinheiro e a facilidade em consegui-lo transforma os ditos seres humanos, em criaturas irracionais e selvagens. O meu filho teve seu direito fundamental usurpado de uma forma tão fácil, tão cruel. Mesmo quem é pai e mãe não consegue sentir a magnitude do nosso sofrimento que passamos a ter após meu filho ter sido tirado de nosso convívio. Creio que as pessoas que tiverem informações sobre esse anjinho, terá como recompensa não ( somente ) cifras, mas a certeza que restabeleceu a alegria e a vida de uma família. E principalmente a alegria de Lucas Pereira, um anjo de apenas 3 aninhos de idade, que deseja muito ser encontrado. Peço a quem souber informações sobre essa criança que as leve a policia..." (sic)
A fé e a perseverança são os ingredientes de um amor incondicional: O AMOR DE MÃE! Enquanto cidadã e mãe, essa história e a de muitos outros me chocam e entristecem. Imaginar que essa criança não sabe nem o porquê de ter sido levada embora, imaginar a saudade do colo materno, de seus irmãos, de seus brinquedos. Há ainda a dor da incerteza de seus familiares: O que aconteceu com o pequeno Lucas? Onde ele está? Ele está vivo? Está morto? Você o viu? Você pode ajudar de alguma forma? São perguntas que ecoam. Da minha parte posso ajudar de duas formas: uma, é a publicação desse post e a segunda é pedir a VOCÊ, que está lendo esse post, que me ajude a divulgar a foto do Lucas para que Deus, em sua misericórdia possa tocar nos corações de quem está com o Lucas ou nos de quem sabe de alguma informação sobre o paradeiro dele. Desde já agradeço qualquer tentativa de ajuda aos familiares. Que os anjos o(a) abençoe!!!


18 julho, 2008

Ontem assisti no Luciana Gimenez à entrevista do pai do garotinho Lucas Pereira que desapareceu. Comovente e deseperador. Saiba o que aconteceu com Lucas que hoje está há 27 dias DESAPARECIDO.
Uma força tarefa com a participação de parentes, policiais, bombeiros e até atiradores do Tiro de Guerra, do Exército, procuram Lucas Pereira, 3 anos, que teria sumido no último sábado, em uma mata próxima a casa da família no Jardim Beatriz, em São Carlos, interior de São Paulo.
A família não sabe como ele desapareceu. A nova suspeita é que o garoto possa ter sido raptado.
“Não sabemos exatamente o que aconteceu, mas a nossa principal desconfiança é que o irmãozinho mais velho dele, de 6 anos, abriu o portão para ir até a casa do primo que é vizinho e o Lucas saiu junto sem ninguém perceber nada”, diz o tio do menino, Marco Antônio Pereira. As crianças estavam em casa junto com a avó que fazia a comida e limpava os cômodos.
O garoto, segundo o tio, morava em um condomínio no Rio de Janeiro e tinha acabado de se mudar para São Carlos junto com a mãe, que nasceu na cidade. O pai é engenheiro e trabalha em uma plataforma da Petrobrás. Hoje, devido a uma chuva que cai na cidade, as buscas foram interrompidas. Ontem, a força tarefa percorreu quase 160 hectares da mata.
“Isso (a mata) era uma pedreira que foi abandonada e sempre foi um risco. Há uns três anos um outro menino sumiu aqui e, depois, foi encontrado morto”, lembra o tio. Os pais do menino não foram encontrados para comentar o desaparecimento. O tio, inclusive, não conseguiu contato com a irmã na manhã de hoje. A família procurava uma casa e pretendia se mudar para São Carlos.
O comandante da 1ª Companhia de Policiamento Militar, de São Carlos, tenente Paulo Roberto Nulce Junior, acredita que o menino não tenha desaparecido na mata. “Procuramos por tudo e não encontramos nem sinal da criança”, afirma o policial que estuda se novas buscas serão realizadas. “Já estamos trabalhando com a hipótese do menino ter sido levado por alguém”, adianta o tenente.
Qualquer informação pode ser dada através dos telefones 197 (Polícia Civil) 3374-1596 (DIG) ou 190 (Polícia Militar).Fonte: Redação Terra

*A família informa que no dia do desaparecimento o Lucas usava camiseta verde de manga comprida, bermuda e tênis

A única forma que eu tenho de ajudar é usar o que sei fazer: arte digital. Então fiz um cartaz para ser veiculado na internet. Quanto mais pessoas divulgarem maiores as chances dele ser encontrado. Que Deus abençoe a cada um que ajude o pai desse menino. Se você viu esse garoto, ajude! Você não precisa se identificar.  
O mal só permanece enquanto os bons ficam sem fazer nada!