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28 julho, 2011

Vera Fischer Internada em clínica

Foi internada na noite de terça-feira (26/07) em uma clínica particular na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro a atriz Vera Fischer. Segundo testemunhas, ela chegou à clínica muita agitada e precisou ser acalmada.

Segundo informações de sua assessora e amiga, Liège Monteiro, Vera teve total apoio de parentes e amigos para se internar. A decisão, inclusive, partiu da própria atriz. Ainda não foi divulgado nenhum boletim oficial sobre os motivos da internação.

Em 1995, quando ela foi acusada de agredir a babá de seu filho com uma tesoura,o episódio resultou em processo e internação da atriz em uma clínica. A última aparição pública de Vera foi durante o lançamento do perfume de Antonio Banderas, no Rio, em maio desse ano.

Em entrevistas, a atriz já admitiu o uso de drogas, mas recentemente, durante o lançamento de seu livro “Um Leão por Dia”, ela afirmou ter superado o problema.

Um funcionário da clínica que não quis se identificar disse que a atriz está melhor, mas ainda não tem previsão de alta.

A atriz, considerada um dos rostos mais bonitos da TV brasileira, é mãe de dois filhos: Rafaela, fruto do casamento com Perry Salles, e Gabriel, fruto da união com o também ator Felipe Camargo. Foi a mais velha, Rafaela, quem a levou para a clínica.

Vera se casou com Felipe Camargo após contracenar com ele na novela Mandala, de 1987, na qual ele interpretava Jocasta, que se envolvia com Édipo, personagem de Felipe, sem saber que este era seu filho.

Foi na época do casamento com Felipe que Vera sofreu sua fase mais turbulenta na vida pessoal.

O ator, atualmente no ar em Cordel Encantado (Globo), já admitiu que fazia uso pesado de drogas naquela época, ao lado da então esposa. O fim do casamento foi marcado por muita briga e até agressões. Felipe hoje diz estar limpo do vício e no Programa da Sônia Abrão foi dito que este tem sido de grande apoio à Vera Fischer.

Por conta do problema com as drogas, Vera chegou a perder a guarda de Gabriel para Felipe, que ela conseguiu recuperar depois.

Por sua beleza e carisma, Vera é uma atriz muito requisitada por autores de novela. Contudo, seus problemas pessoais fizeram com que muitos novelistas preferissem que ela fizesse participações especiais, por medo de ela não dar conta de segurar um personagem até o fim da trama. Sua última participação foi em Insensato Coração (Globo), como a personagem Catarina.

Em 2009, em uma entrevista bombástica à revista Contigo!, Vera revelou que começou a cheirar cocaína aos 36 anos.

- Todo mundo cheirava e oferecia. Era muito fácil. Eu ia às festas, às boates e achava ótimo cheirar. Eu dançava muito, ficava alegre, por isso, eu cheirava.

São dessa época a imagem de boêmia que marcou a atriz junto ao público, sempre se jogando na noite carioca.

Numa mesma entrevista à Contigo!, Vera disse que estava mais tranquila, mas não afirmou que havia parado com as drogas.



-No ano 2000, já estava assim tranquilona, e, cada vez, estou ficando mais. Há muito tempo estou quieta, o que não quer dizer que não apronte [risos].

Recentemente, Vera resolveu transformar elementos biográficos em livro. Mas também se arriscou na literatura, com o romance Serena.

Em 2007, lançou A Pequena Moise, no qual contou sua infância. Catarinense, Vera ficou famosa aos 18 anos, quando foi eleita Miss Brasil 1969. Desde então, não saiu mais dos holofotes. Em 2009, lançou um livro com fatos de sua vida com um título bem oportuno para o atual momento da atriz, Um Leão por Dia.

2 comentários:

  1. Nós da Associação dos Dependentes Químicos em Recuperação sabemos que não há nada de anormal no fato de uma portadora de uma doença incurável voltar a necessitar de cuidados médicos. Dependência Quínica é uma doença como qualquer outra. Sujeita e regressões. Casos semelhantes acorrem com portadores de câncer ou diabéticos ou outras doenças. Câncer muitas vezes retornam depois de eliminados e quadros de diabetes estabilizados regridem pondo em risco a vida do paciente. Na dependência química por se tratar de uma doença repleta de questões morais mal resolvidas pela sociedade parece assustador que um paciente volte a fazer usos de recursos médicos quando seu quadro clínico exige. É lamentável que a atriz tenha que passar por questionamentos ao invés de se formarem apenas correntes de orações e torcidas por sua recuperação como aconteceria caso ela estivesse se submetendo a sessões de quimioterapia para combater um câncer. Lembro: nossa doença e tão reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS)quanto o câncer ou diabetes. Marcelo da Rocha Presidente da ADQR - Associação dos Dependentes Químicos em Recuperação
    www.adqrbrasil.com

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  2. Como comparar o fato de se ter um cancer com o uso de drogas? Para se ter um cancer voce pode escolher? E as drogas, alguém obriga a pessoa a cheirar cocaina ou usar crack?
    É uma doença, porém estes exemplos devem ser usados para mostrar principalmente aos jovens o quanto a droga e destrutiva, se ela é questionada se deve a sua fama que pode ajudá-la e também amp´liar a exposição da sua doença!!!

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